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TGM Consultoria e Representações: contagem regressiva para 2023


Background: kjpargeter/Freepik

Como já se tornou uma espécie de "tradição de fim de ano", aqui estou eu, escrevendo algumas palavras no blog dos meus caríssimos clientes.

Sem demagogia, é um enorme prazer fazer parte, mesmo como autônomo, de equipes tão devotadas às suas missões e ao seu profissionalismo. Uma honra, sem sombra de dúvida.

É por isso que nesta última postagem de blog do ano de 2022, eu me rendo ao impulso de verbalizar algumas questões de cunho emotivo, mas sem arredar o pé do reino da racionalidade.

E, não tenha dúvida, caro leitor, de que tudo aquilo escrito nestas parcas linhas, estende-se a cada cliente, profissional ou amigo que venha a nos prestigiar com a leitura deste conteúdo.

Somos muitos, temos sonhos, projetos, metas a cumprir. E isso não nos torna simples engrenagens de uma fria máquina em eterno ciclo produtivo. Ao contrário, isso nos humaniza. Estabelece rumos, constrói relações e proporciona amizades.

Mesmo à distância, muitas vezes em estados distantes, neste enorme Brasil que nos acolhe, sentimo-nos trabalhando lado a lado. Esse é o patamar estabelecido pela inexorável marcha do avanço tecnológico: o planeta é o nosso gigantesco gabinete de trabalho.

E há muito o que se aprender, com isso. Sem descambar para a metafísica, postamo-nos um passo adiante da materialidade. Somos ideias, somos sons, somos emoções que viajam léguas no tempo de um estalar de dedos. E a distância continental não impede a plenitude deste processo. Nem somos reféns dessa quase tecnocracia que nos traz às portas de 2023. Somos afortunados em usufruir de tamanha amplitude.

Somos privilegiados em conviver, diariamente, com essas ideias, sons e emoções que atravessam continentes. E todo dia temos este futuro imponderável ao alcance de um clique.

Sintamo-nos abraçados, jamais sozinhos. Foi assim na quarentena, é assim nos home offices em cada canto do país e sempre será nas circunstâncias mais impressionantes guardadas no porvir.

Esse é o nosso mundo: carnal, digital e sensorial. E me sinto feliz em compartilhar essa condição com tantas pessoas de extrema qualidade e imbuídas de todas as virtudes que a espécie humana possa oferecer.

Falta pouquinho para 2023. Chega aí. Vamos sentar, beber um café e vislumbrar as maravilhas que estes próximos 365 dias possam nos trazer. Será um prazeroso bate-papo. Juntos, mesmo que separados.

E, antes de colocar o último ponto neste texto, escrito de coração: um maravilhoso ano a todos!

José Francisco dos Santos Alves | Publicitário

Confira 6 dicas para atender bem seu cliente e faturar mais


Foto: cottonbro studio/Pexels

O cliente é o seu principal gerador de lucros, por isso, atendê-lo bem é fundamental para o sucesso da sua loja.

Para te ajudar a encantar o consumidor e aumentar seu faturamento, trouxemos 6 dicas de como oferecer um excelente atendimento. Continue lendo e saiba como!

Atenda bem sempre

Cada cliente é diferente. Assim, um dos principais desafios na hora de atender é a forma de lidar com as necessidades de cada um.

Desse modo, além da satisfação, o mercado exige que se mantenha um relacionamento de confiança e fidelidade com o cliente. 

Por isso, oferecer uma excelência no atendimento é essencial. Confira 6 dicas de como encantar seu cliente, atendendo bem.

Capacite seus colaboradores - Um mau atendimento da sua equipe impede uma boa negociação e ainda pode fazer com que outras pessoas deixem de adquirir o seu produto. 

Por isso, o preparo dos colaboradores é fundamental. Profissionais despreparados na linha de frente podem acabar gerando uma má impressão da empresa aos clientes.

Obtenha feedback do cliente - Questionários e pesquisas de satisfação são ótimas ferramentas para entender como a sua empresa pode melhorar.

Melhor do que ninguém, o seu cliente pode lhe ajudar a encontrar pontos a serem melhorados no seu negócio, afinal de contas, é ele quem consome seu produto.

Seja transparente - Do início ao fim do contato, um bom atendimento ao cliente deve ser transparente em todas as suas interações. 

Deixe claro o que você pode ou não fazer para solucionar o problema, para que ele não crie expectativas sem a chance de alcançá-las, afinal, isso pode causar a decepção no cliente.

Ofereça um ambiente confortável - Oferecer um espaço confortável para o seu cliente se sentir bem enquanto interage com a sua marca é essencial. 

Lembre-se que o atendimento ao cliente começa quando ele entra na sua loja. Se nesse momento ele se sentir incomodado ou confuso em seu ambiente, a qualidade do atendimento pode ser prejudicada.

Faça um bom pós-venda - Não espere uma reclamação surgir para entrar em contato e garantir a satisfação do cliente. Promover pesquisas de satisfação e atendimento pós-venda deve ser uma prioridade para garantir o bom atendimento ao cliente e evitar que ele desenvolva precocemente uma visão negativa da sua marca.

Crie vínculos com o cliente e fortaleça o relacionamento - Ao entrar na loja, o cliente não quer ser abordado por um vendedor, mas alguém que lhe ofereça soluções.

Por isso, sua equipe de vendas precisa entender o que ele busca, e se propor verdadeiramente a ajudá-lo. Usar uma linguagem clara, compreensível e empática, por exemplo, é a base para elevar a qualidade do seu atendimento.

Dicas bônus aos atendentes - Cliente entrou na loja? Maravilha! Coloque um sorriso amigável no rosto e ofereça seu melhor atendimento.

  • Apresente-se! Diga seu nome e sua função na empresa;
  • Faça perguntas para descobrir o que ele procura e quais suas expectativas;
  • Responda todos seus questionamentos. Se não souber, busque a informação com outro funcionário;
  • Não faça pouco caso quando o cliente não entender do assunto. Pelo contrário, ajude-o a entender;
  • Oriente ele sempre que necessário;
  • Se seu produto é muito técnico, busque palavras mais simples;
  • Tenha paciência e conheça seu produto.

 Por fim, não existe fórmula mágica para o bom atendimento. Tudo depende do tipo de cliente que a sua empresa tem e do seu segmento de mercado.

 Fonte: Gazin

Vendas do comércio crescem pelo segundo mês consecutivo


Foto: SHVETS Production/Pexels

O volume de vendas do comércio brasileiro aumentou 0,4% em outubro, segundo mês seguido de alta, de acordo com dados revelados na última quinta-feira, 8 de dezembro, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com as variações positivas apresentadas pela PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), o segmento acumula alta de 1,7% nos últimos três meses. No ano, o setor acumula ganho de 1%, e, nos últimos 12 meses, de 0,1%, primeiro resultado no campo positivo dos últimos cinco meses.

Em setembro, o setor avançou após três baixas consecutivas, que resultaram na perda de 2,5% do volume de vendas. Ainda assim, o ramo encontra-se 3,4% acima do nível de fevereiro de 2020, último mês sem os efeitos da pandemia de novo coronavírus na economia nacional.

“Apesar de estarmos num ritmo muito próximo à estabilidade, quando acumulamos os últimos três meses, que estão no campo positivo, temos um crescimento de 1,7%”, avalia Cristiano Santos, gerente da pesquisa, ao comentar os últimos resultados do comércio.

O pesquisador observa também um efeito das ações antecipadas da Black Friday no resultado positivo. “As empresas começaram a antecipar promoções e descontos. Vimos isso agora em outubro, sobretudo em móveis e eletrodomésticos e Equipamentos e material para escritório”, explica Santos.

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas em outubro variou 0,5% frente a setembro e 0,3% contra outubro de 2021.

Atividades

Na passagem de setembro para outubro, cinco das oito atividades pesquisadas apresentaram desempenho positivo, com destaque para os ramos de móveis e eletrodomésticos (2,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2%)

Também apresentaram crescimento, mas de modo mais moderado, os segmentos de combustíveis e lubrificantes (0,4%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%).

Por outro lado, três atividades tiveram queda em volume. Foram elas: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-0,4%), tecidos, vestuário e calçados (-3,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-3,8%), atividade que cresceu com a volta às aulas presenciais e agora mostra uma compensação desse crescimento.

Por: Écliton Monteiro | Fonte: Política & Etc.

Especialistas listam os principais desafios para o varejo em 2023

Sugestões vão desde tocar o negócio ao estilo ‘arroz com feijão’, preservando o caixa, até colher e transformar dados de clientes em ações para conduzir o negócio


Foto: energepic_com/Pexels

Na era de pandemia, expansão do e-commerce e revolução digital, quais são os principais desafios para o varejo brasileiro em 2023? A pergunta foi feita para quatro consultores de varejo com a missão de identificar tendências e contribuir para melhorar a performance do setor.

Evidentemente, inflação e juros altos precisam estar na conta das empresas no ano que vem, assim como a perspectiva de uma economia com baixo crescimento.

Deixando um pouco de lado as condições macroeconômicas do país, agora nas mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no que mais os comerciantes precisam prestar a atenção?

Para os consultores, mais uma vez, a omnicanalidade, isto é, a integração de todos os canais de contato com o cliente, aparece como essencial para o sucesso de uma loja. “O varejo, para ser competitivo, tem de ser eficiente no on-line e no off-line”, afirma Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da Gouvêa Malls.

As lojas não podem mais, de acordo com ele, se dar ao luxo de só vender produtos. “Elas têm de oferecer serviços e ainda funcionar como minicentros de distribuição.”

Para ele, programas de fidelidade também devem fazer parte do dia a dia do comerciante.

É a partir desses programas, de acordo com Marinho, que se forma uma base de dados para conhecer e interagir com a clientela, tornando o negócio promissor.

As marcas estarão mais presentes no mundo digital, com e-commerce, lives, programas de compra em redes sociais, buscando interferir na jornada do consumidor. “A loja tem de ir até o consumidor, onde ele estiver, e não esperar por ele”.

Dados dos clientes

Maurício Morgado, líder do FGVcev – Centro de Excelência em Varejo da FGV, destaca a ‘leitura’ de dados de clientes como grande desafio dos comerciantes nos próximos anos. “A grande dificuldade será transformar toda essa parafernália de dados dos consumidores em informações úteis para o negócio. Não adianta ter dados e não saber usá-los”.

Será que um consumidor que compra mais produtos na linha de comida italiana, como massas, molhos, diz ele, precisa receber ofertas de produtos para preparo de feijoada? “O profissional de marketing hoje tem de entender de estatística, matemática, TI, o que é raro no universo, transformar informação do consumidor em ação de comunicação”, diz Morgado.

Os lojistas vão ter também de descobrir novo jeito de fazer marketing, de se comunicar com os clientes. O Instagram e o Facebook, diz ele, estão perdendo interesse por conta do TikTok.

Ambiental e social

A agenda ESG, sigla, em inglês, para ambiental, social e governança, também precisa estar cada vez mais presente nos negócios do varejo, de acordo com Morgado. “Em relação a esses três temas, os lojistas, especialmente os pequenos, estão perdidos. Alguns até têm algumas ações sociais, mas são mínimas”, afirma.

Os pequenos até conseguem empregar de maneira correta, de acordo com Morgado, mas, em relação ao meio ambiente, são mais seguidores do que executores.

‘Feijão com arroz’

Marcos Hirai, fundador do Núcleo de Desenvolvimento de Expansões Varejistas (NDEV), diz que especialistas em varejo gostam de falar de inovação, omnicanalidade, experiência. “Mas o fato é que tem mais consultor falando o que precisa ser feito para ser competitivo do que varejista adotando. Vejo ainda muito o ‘feijão com arroz’ no varejo brasileiro”, diz.

Os desafios para os lojistas brasileiros, de acordo com Hirai, continuam os mesmos dos últimos anos, até porque a integração entre os canais físico e digital sequer é uma realidade no Brasil. “O país saiu de uma crise brava, que deixou cicatrizes, e o empresário, em sua maioria, não tem dinheiro para investir em projetos dos sonhos. O importante ainda é sobreviver”.

Hirai faz uma analogia: “Vejo muito varejista que realmente deseja ter um carro elétrico, mas acaba ficando mesmo com o tradicional por falta de recursos”.

Muitas redes, de acordo com ele, investem em loja uma moderna, bem equipada, para mostrar que estão antenadas com as novas tecnológicas, e tudo acaba por aí. “As outras lojas da rede continuam do mesmo jeito”.

Para Hirai, em 2023, o varejista deve continuar a busca pela melhoria de processos, reduzir custos e, depois, buscar inovação. “Ainda estamos voltando aos patamares de 2018, 2019.”

Preservar o caixa

Sandro Benelli, consultor que participa de conselhos de grupos de varejo, afirma que não é hora de grandes investimentos, correr atrás de experiências, e, sim, de preservar o caixa. “É o momento de investir no que tem retorno garantido, ficar atento à produtividade para reduzir custos, repassando os ganhos para o cliente, para se tornar relevante”.

Benelli vê a omnicanalidade, assim como programas de fidelidade, como ferramentas capacitadoras. “Meu conselho para o lojista é: seja espartano no começo de 2023”.

Para ele, o comerciante deve investir na clientela que já tem. “Não é o momento de procurar brinquedo novo e, sim, de tirar o máximo de brincadeira dos brinquedos que já tem”.

Ferramentas de CRM (Customer Relationship Management), diz ele, ajudam os lojistas a ter uma gestão mais eficiente a partir do relacionamento com os clientes. “Os varejistas passam a ter o domínio do perfil dos consumidores e, portanto, conseguem propor ações para torná-los fiéis”.

Por: Fatima Bernardes/Diário do Comércio