Páginas

Sabe o que é Pronampe? Veja como pedir o crédito


Foto: Juntos Somos +

Quando pesquisamos opções de crédito, é relativamente comum encontrar diferentes nomes e alternativas. Algumas são mais ou menos famosas e por isso hoje vamos falar sobre o que é Pronampe e como essa forma de crédito pode ajudar a sua empresa.

O crédito Pronampe foi criado pelo Ministério da Economia para ajudar as empresas a passarem pelos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19. É um financiamento de curto prazo, com taxas de juros mais baixas e que virou permanente em 2022.

Mas afinal, como funciona o Pronampe, como solicitar esse crédito e quais são as regras? Nós respondemos essa e outras perguntas abaixo, continue lendo!

Quem tem direito ao Pronampe e onde solicitá-lo?

Ele está disponível para micro, pequenas e médias empresas brasileiras de todos os setores — salvo as relacionadas ao tabaco, armas, jogo, serviços financeiros e transporte aéreo — com faturamento anual de até R$ 300 milhões.

O empréstimo pode representar até 30% da receita bruta anual registrada em 2019 — caso a empresa já existisse nessa época — ou, no caso de novos empreendimentos que tenham menos de um ano de funcionamento, o limite é até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal.

O crédito pode ser oferecido por todas as instituições financeiras públicas e privadas cujo funcionamento seja autorizado pelo Banco Central, então você é livre para procurar a instituição que oferecer as melhores condições para o seu bolso.

Como solicitar o Pronampe?

Colete documentos como os balanços financeiros dos últimos anos e informações que comprovem a capacidade financeira que a sua empresa tem para pagar o empréstimo. Alguns documentos exigidos para fazer a solicitação são:

  • Contrato social e Alterações Contratuais;
  • Documento de Identificação do Sócio;
  • Imposto de Renda Pessoa Física do Sócio;
  • Extrato do último mês do SIMPLES Nacional (peça ao contador),
  • Carta do DTE com o faturamento da empresa (peça ao contador).

Vale confirmar com a instituição financeira e com seu advogado ou contator todos os documentos necessários. Após a coleta, você deve compartilhar as informações da sua empresa com a instituição financeira pelo portal e-CAC da Receita Federal.

Uma das maiores dúvidas sobre como solicitar o Pronampe é justamente essa, mas não se preocupe, fazer o compartilhamento pelo e-CAC é mais simples do que parece. Vamos lá?

Receita Federal e Pronampe

A etapa entre Receita Federal e Pronampe é relativamente simples, especialmente se você tiver todos os documentos da sua empresa em mãos.

Depois de escolhida a instituição financeira, você deve acessar o portal e-CAC neste link  e escolher uma maneira de fazer o login, seja com dados de pessoa física no GOV.BR ou com o CPF e código de acesso.

Na página principal do e-CAC, você deve clicar em na opção “Pronampe”, depois em “Permissões de acesso”, “Autorizar Compartilhamento de Dados”, “Nova autorização de compartilhamento de dados”.

Pronto, agora em quatro passos simples, vamos compartilhar as informações:

  • 1º Passo: selecione os dados necessários para o Pronampe: Aqui entram as informações sobre o faturamento da sua empresa, CNPJ, o último exercício/ano calendário, tipo de representante, situação cadastral e Estado/Município.
  • 2º Passo: selecione a vigência da autorização de compartilhamento de dados.
  • 3º Passo: Indique quem é a instituição que você quer autorizar a ler os dados da sua empresa. Aqui vai o CNPJ de quem vai dar o crédito.
  • 4º Passo: assine digitalmente a Autorização de Compartilhamento de Dados.

Pronto, seus dados foram compartilhados com a instituição que você selecionou!

Como posso usar o crédito?

O crédito pode ser usado para reformar sua loja, comprar novos equipamentos, máquinas e mercadorias, pagar contas e despesas externas e até mesmo para despesas internas como o salário dos seus funcionários. Mas vale se atentar, é proibido usar os recursos para distribuir lucros e dividendos entre os sócios.

Fonte: Juntos Somos +

Varejo em 2023: desafios para o lojista


Foto: Olav Ahrens Røtne/Unsplash

Especialistas listam desde sugestões mais conservadoras, como tocar o negócio ao estilo “arroz com feijão” para preservação do caixa, até ações mais arrojadas, como colher e transformar dados de clientes em ações para condução do negócio.

Na era de tantos acontecimentos impactantes, como desdobramentos do pós-pandemia, expansão do e-commerce e revolução digital, a pergunta que se faz é sobre quais as melhores estratégias e ações que o comércio varejista deve se valer para lidar de maneira eficiente e assertiva.

Foram listados, assim, os desafios para o lojista em 2023.

Para além das questões macroeconômicas, em que devem ser consideradas as perspectivas de inflação, juros altos e economia com baixo crescimento, os empresários do comércio lojista devem se concentrar em certos tópicos listados por algumas consultorias renomadas, como Gouvêa Malls, FGVcev e NDEV. De acordo com representantes dessas instituições, tais itens são palpáveis e estão ao alcance do varejo para serem implementados.

“Omnicanalidade”

Uma das expressões em voga, sobre as relações entre o negócio e o seu público, é a “omnicanalidade”, que significa a integração de todos os canais de contato com o cliente e que é vista como essencial para o sucesso de uma loja, segundo alguns especialistas consultados. Segundo eles, os estabelecimentos comerciais necessitam ser eficientes no on-line e no off-line para serem competitivos, devendo entender que apenas vender bons produtos não é o bastante para alcançar o nível de competitividade satisfatório diante da concorrência. É importante também ampliar o grau de atuação do negócio, convertendo-o em mini centros de distribuição, além de, principalmente, oferecer serviços que objetivem a excelência no atendimento.

Um bom exemplo disso é a criação de programas de fidelidade, que tendem a estabelecer relacionamentos efetivos com o público, criando conexões com a marca e agregando valor à tudo o que a sua loja oferece.

À partir de programas dessa natureza é que se forma uma base de dados que permite o conhecimento e a interação com a carteira de clientes, tornando, assim, o negócio promissor.

Além disso, com essas ações na prática, fortalece-se o conceito e a cultura organizacional de ir ao encontro das necessidades do consumidor através do conhecimento e da participação de toda a jornada de compra, sem ter de  necessariamente esperar por ele.

Dados dos clientes

Muitos empreendedores tem o conhecimento sobre a necessidade de coletar o máximo de informações possíveis sobre clientes e potenciais clientes, no sentido de ampliar o alcance e as possibilidades de um negócio, seja para alcançar a excelência no atendimento e alavancar vendas, como consequência do processo e objetivo principal.

No entanto, dentre os desafios para o lojista em 2023 e que devem se apresentar nesse ano de maneira ostensiva aos comerciantes, será a “leitura” desses dados, conforme o parecer dos especialistas consultados. Segundo eles, a grande dificuldade será transformar toda essa “parafernália” de dados dos consumidores em informações úteis para o negócio, pois de nada adianta possuir os dados sem saber utiliza-los.

De acordo com os consultores, os departamentos de comunicação e marketing das empresas do comércio varejista terão a necessidade de ampliar os horizontes em  relação à suas áreas restritas de atuação, procurando adquirir maiores conhecimentos ou procurar ter uma interlocução maior com especialistas de outros setores como estatísticas, probabilidades matemáticas e Tecnologia da Informação, objetivando transformar informações sobre os consumidores em ações e estratégias efetivas de comunicação.

Ambiente e responsabilidade social

Uma loja e/ou um estabelecimento comercial qualquer, tem de ter, de maneira imprescindível, a característica efetiva de uma empresa, com todo o aspecto organizacional respectivo. Como tal, os fatores relativos à gestão do ambiente interno, à responsabilidade social e à governança propriamente dita, tem de ser contemplados, para que o negócio seja identificado como uma organização, o que confere consistência e credibilidade ao empreendimento.

Nesse sentido, de acordo com a apuração das consultorias mencionadas, muitos lojistas, especialmente os pequenos, encontram-se “perdidos”, e é preciso focalizar atenção em relação à esses temas, na medida das possibilidades, para que os dividendos sejam colhidos e a marca da loja se posicione de maneira consolidada no mercado.

“Feijão com arroz”

Apesar da “pregação teórica” dos especialistas do varejo, sobre temas como inovação tecnológica e ominicanalidade, acompanhada da necessidade de adequação à essas práticas para tornar um negócio competitivo em meio à concorrência crescente, a realidade atual, na prática, mostra-se distante do cenário desenhado por esses conceitos inovadores, uma vez que o Brasil saiu de uma crise impactante, que deixou cicatrizes profundas nos empresários do comércio varejista. Isso significa dizer que os desafios para os lojistas em 2023 continuam os mesmos dos últimos anos, especialmente porque a integração entre os canais físico e digital ainda não é uma realidade no Brasil.

Assim, o famoso “feijão com arroz”, ou seja, as ações essenciais que visam garantir a sobrevivência e a viabilidade do negócio, provavelmente sejam ainda o maior desafio para o varejo. Dessa maneira, para 2023, o varejista deve continuar a busca pela melhoria de processos e redução de custos e, depois, buscar inovação. Mas é fundamental manter os olhos abertos para as inovações existentes, no sentido de deixar as portas abertas na eventualidade de implantá-las.

Preservar o caixa

Como consequência e complemento do tópico anterior, segundo os especialistas, o momento atual não é de grandes investimentos, mas sim de ações para a preservação do caixa.

Medidas importantes que caminham nessa direção, são:

  • Investimento no que se considera como retorno garantido, com atenção à produtividade e a redução de custos, repassando os ganhos para o cliente, objetivando relevância.
  • Valer-se da omnicanalidade e programas de fidelidade, como ferramentas qualificadoras dentro desse objetivo.
  • Implantar ferramentas de CRM, próprias para gerir o relacionamento com clientes, sendo uma alternativa importante para fidelização dos consumidores e, assim, a manutenção de receitas.

Fonte: Diário do Comércio

Home & Gift & Têxtil: está chegando a hora da feira. Credencie-se

Nossas representadas estarão conosco, presentes na feira: Forma Utilidades, Future Utilidades Domésticas e Secalux


Foto: divulgação/ABUP

A Home & Gift | Têxtil & Home ocorre de 12 a 15 de fevereiro de 2023, no São Paulo Expo, Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Água Funda – São Paulo (SP). A Home & Gift reúne as principais marcas da indústria de utilidades domésticas e mesa posta. A Têxtil & Home traz todas as novidades e lançamentos do mercado do setor de cama, mesa e banho e têxteis decorativos.

Organizada pela ABUP - Associação Brasileira das Empresas de Utilidades e Presentes, a Home & Gift | Têxtil & Home é uma feira de negócios direcionada exclusivamente aos lojistas e profissionais da área. Não é aberta ao grande público.

Atrações

A feira reúne as principais marcas da indústria de utilidades domésticas e mesa posta, além de trazer as novidades e lançamentos do mercado do setor de cama, mesa e banho e têxteis decorativos

Perfil do expositor e visitantes

Ela conta com expositores industriais, importadores, distribuidores, atacadistas, designers e variadas artesãos.

O evento é direcionado a visitantes lojistas de presentes, decoração, design, utilidades domésticas, artigos religiosos, cama, mesa e banho, tecidos, cortinas, tapetes e acessórios; magazines; hotéis; restaurantes; hospitais; lojas de artesanato; supermercados; shoppings centers; decoradores, designers e paisagistas.

Credenciamento

O credenciamento pode ser conferido por meio do site do evento, que disponibiliza demais informações para os visitantes, que buscam novidades referentes ao segmento.

Fonte: ABUP + Portal Brasil

Tendências de vendas para o varejo em 2023


Foto: Clay Banks/Unsplash

O mercado de varejo está repleto de novidades e de produtos e comportamentos que serão tendência no ano de 2023. 

Intensificando o uso de ferramentas já conhecidas pelos varejistas e pelo cliente final, essa área terá como personagem principal a omnicalidade, que é a integração do mundo virtual com o mundo offline, gerando maiores compras. 

Além disso, outros importantes pontos ganharão destaque nas prateleiras das lojas. Saiba quais são! 

Fortalecimento da omnicalidade 

Num primeiro momento, o nome pode parecer confuso e estranho, mas é importante que o lojista conheça os termos corretos de hábitos que muitas vezes já fazem parte do seu dia a dia. 

Dessa forma, omnicalidade, ou melhor dizendo, omnichannel, nada mais é que a presença da loja em todos os canais que possui. Por exemplo, um empreendimento, além de ter o seu ponto físico, também possui uma loja virtual, estendendo a experiência do cliente. 

Assim, em 2023, pesquisas como da Opinion Box apontam um crescimento desse tipo de consumo, especialmente porque os clientes além de encontrarem preços melhores no online, ainda têm o conforto de receber os produtos em casa. 

Compras pelas redes sociais 

Outro ponto mais específico do omnichannel são as vendas realizadas pelas redes sociais, sendo o WhatsApp, Instagram e Facebook os principais pontos em que os clientes procuram pelo produto ou serviço que desejam adquirir. 

Por isso, investir em um bom atendimento nesses canais é crucial para que as maiores vendas sejam realizadas, aumentando o faturamento da loja. 

Tecnologia na jornada de compra 

Inserir pequenos processos tecnológicos dentro da jornada de compra é um fator que agrega valor na experiência do consumidor, além de otimizar o tempo dos vendedores. 

A implementação dessa tecnologia pode vir por meio do uso de PIX, carteiras digitais, aplicativos de cashback e QR Code. 

Fonte: Blog do Varejo