Páginas

Setores de varejo, serviços e indústria possuem os maiores índices de adoção tecnológica

Segundo pesquisa da Cortex, as soluções mais utilizadas pelas empresas são os provedores de Cloud, certificados SSL & segurança, servidores web e mobilidade


Imagem: Anton Maksimov/Unsplash

Os setores de varejo, serviços e indústria são os que mais adotam a tecnologia em seus processos e operações, segundo um estudo realizado pela Cortex.

Segundo o estudo, os segmentos com maior destaque em termos de adoção de tecnologia foram o comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, o de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo e o de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas.

Já as soluções mais utilizadas pelas empresas são os provedores de Cloud, certificados SSL & segurança, servidores web e mobilidade.

“A adoção de novas tecnologias é essencial para fidelizar consumidores, construir uma cultura customer centric, otimizar processos e tornar o negócio financeiramente mais sustentável”, afirma Bruno Stuchi, fundador e CEO da Aktie Now.

Das 230 mil empresas analisadas, São Paulo é o estado onde as empresas com alto índice de adoção tecnológica estão presentes, com mais de 90 mil negócios. Minas Gerais e Paraná (22 mil e 19 mil, respectivamente) vêm em seguida. Completando o top 5, aparecem Rio de Janeiro (18 mil) e Santa Catarina (17 mil

“De uma perspectiva mais macro, a inovação ajuda as marcas a tomarem decisões mais estratégicas em um cenário no qual a população perdeu o seu poder de compra e, por outro lado, há a consolidação de varejistas chinesas no mercado nacional”, afirma Stuchi.

Fonte: Mercado de Consumo

Intenção de consumo das famílias cresce 2,6% em junho

Pesquisa da CNC diz que dados ainda não se refletem nas vendas


Foto: Joshua Rawson-Harris/Unsplash

Os brasileiros estão mais otimistas com o emprego e, assim, aumentam a intenção de comprar. A conclusão é da pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada no último dia 22, no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ela mostra um aumento da intenção de consumo, em junho, de 2,6% em relação a maio.  

Na análise da CNC, esses dados, no entanto, não se refletem ainda nas vendas. Embora estejam mais confiantes no futuro do emprego, os brasileiros estão também endividados e enfrentando restrições de crédito. Além disso, os juros altos também limitam o consumo. Esses fatores, segundo a entidade, fazem com que a as vendas do varejo e dos serviços desacelerem.

A intensão de consumo é um indicador antecedente do potencial das vendas do comércio, apurado mensalmente. Os resultados medem o grau de satisfação e insatisfação dos consumidores em uma escala de até 200 pontos. Quando o índice está abaixo de 100 pontos, isso indica percepção de insatisfação. Já quando está acima de 100, sinaliza satisfação.

Em junho, o IFC chegou a 97,3 pontos, o que representou uma variação positiva de 2,6% em relação a maio e, no ano, um aumento de 21,3%.

Otimismo no emprego  

Ao todo, 18 mil questionários são analisados mensalmente, com informações de consumidores coletadas em todo o país. Os dados são compilados em sete indicadores: três sobre as condições atuais (emprego, renda e nível de consumo); dois sobre expectativas para três meses à frente (perspectiva de consumo e perspectiva profissional); e avaliação do acesso ao crédito e momento atual para aquisição de bens duráveis.

Em junho – pelo terceiro mês consecutivo – todos os indicadores avançaram nas comparações mensal e anual. Quatro dos sete indicadores estão no quadrante positivo, ou seja, acima de 100 pontos: satisfação com emprego e renda atuais e perspectivas profissional e de consumo.

A pesquisa revelou que a perspectiva profissional foi o indicador com a maior alta em junho: 4,9%. O índice alcançou 122,3 pontos, o maior nível desde março de 2015.

Para a CNC, a maior satisfação com o emprego atual é reflexo da geração de vagas formais pelo setor de serviços e pela construção civil, setores que vêm contratando pessoas com menor nível de escolaridade.

Compras  

O indicador que mede a intenção de compra de duráveis avançou 6,5% no mês, mas o nível segue abaixo dos 100 pontos, registrando 57,8 pontos. Segundo a CNC, apesar da segurança no emprego, o crédito seleto e caro limita a aquisição desse tipo de produto. A pesquisa apontou que quatro em cada dez consumidores relataram ter mais dificuldade para obter crédito.

O avanço na intenção de consumir em junho foi mais expressivo entre os consumidores de rendas média e baixa, grupo que registrou uma alta de 3,1%. Entre os consumidores de renda alta, o crescimento foi de 2,2%.

A diferença é provocada, segundo a CNC, pela melhor perspectiva profissional, indicador que cresceu 5,8% no grupo que ganha menos de 10 salários mínimos. Nesse grupo, 52% acreditam que terão melhores condições de trabalho nos próximos meses, a maior proporção desde abril de 2015. Entre o grupo de maior renda, a perspectiva profissional aumentou 2,8%.

Com informações de: Agência Brasil.
Fonte: Mercado de Consumo

A saga do varejista brasileiro


Foto: Mark OFlynn/Unsplash

Era uma vez um varejista destemido, cuja paixão pelo comércio era tão ardente quanto o sol escaldante de um dia de verão. Ele se tornou uma lenda no mundo do varejo brasileiro, navegando pelos mares incertos da economia com habilidade e perspicácia. Seu nome era conhecido por todos, suas façanhas ecoavam pelos corredores das lojas e inspiravam até mesmo os mais céticos.

No início de sua jornada, o varejista se deparou com um mercado dominado por gigantes impiedosos, cuja fome por lucro e poder era insaciável. Mas ele não se intimidou. Com um sorriso no rosto e um olhar astuto, desafiou as convenções e decidiu que era hora de reescrever as regras do jogo.

Em 1900, quando o varejo brasileiro ainda engatinhava, nosso protagonista ergueu sua primeira loja. Era modesta, é verdade, mas carregava consigo a semente do que se tornaria uma verdadeira revolução no comércio. O varejista sabia que precisava encantar seus clientes, oferecer algo além do comum. Assim, ele abraçou a criatividade como sua maior aliada.

Conforme os anos passavam, o varejista continuava a trilhar seu caminho, deixando sua marca por onde passava. Ele mergulhou nas águas turbulentas do século XX, enfrentando as crises econômicas, as mudanças tecnológicas e os desafios sociais. Em cada batalha, ele encontrava uma oportunidade.

Em 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, o Brasil vivenciava um momento de renovação. Era como se a primavera florescesse em cada esquina. E o varejista, sempre atento às oportunidades, soube aproveitar esse momento de otimismo. Ele mergulhou de cabeça na era dourada do rádio e da televisão, encantando o público com suas propagandas criativas e convincentes. Sua voz ecoava nos lares brasileiros, conquistando corações e mentes.

À medida que expandia seu império, ele sabia que não poderia parar por aí. E observava com atenção os marcos importantes do varejo, as datas que moldaram a evolução desse setor. Em 1953, a primeira loja de autosserviço abriu suas portas no Brasil, introduzindo uma nova forma de comprar. Era como se uma tempestade revolucionária estivesse se formando no horizonte, e o varejista estava pronto para enfrentá-la de frente.

Com o passar dos anos, o varejista continuava a encantar os consumidores com sua abordagem única. Ele transformava cada compra em uma experiência memorável, combinando inovação, criatividade e uma pitada de humor. Suas lojas eram como palcos, onde cada cliente era o protagonista de sua própria história de consumo.

Em 1994, um marco importante mudou para sempre a forma como o varejo operava no Brasil. A abertura econômica trouxe consigo uma enxurrada de produtos estrangeiros, desafiando o varejista a se reinventar mais uma vez. Ele não recuou. Em vez disso, ele abraçou essa mudança como uma oportunidade de oferecer aos consumidores uma variedade ainda maior de opções.

Mas o varejista sabia que a história não estava completa. Ele olhava para o futuro com olhos brilhantes, imaginando as possibilidades que estavam por vir. Ele sabia que o comércio eletrônico estava emergindo como uma força imparável e decidiu que era hora de se aventurar nesse novo território.

Com a virada do milênio, o varejista embarcou em uma nova jornada, navegando pelos mares virtuais do comércio eletrônico. Ele lançou seu site, oferecendo aos clientes a conveniência de comprar a qualquer hora, em qualquer lugar. Foi como se ele tivesse aberto as portas de uma loja infinita, onde os consumidores podiam explorar e descobrir produtos sem fim.

E assim, o varejista continuou a trilhar seu caminho, enfrentando os desafios e se reinventando a cada passo. Ele entendia que o segredo para dominar o Creative Commerce estava na capacidade de se adaptar, de abraçar a mudança e de encantar os clientes com experiências únicas.

Hoje, mesmo com os movimentos de mercado que assustam o setor, criando visionários pessimistas que discutem um caminho de perdas, o varejista está no topo. Ele é uma referência, um exemplo de criatividade, inovação e sucesso. Sua jornada foi uma montanha-russa de emoções, mas ele perseverou, sempre confiante em sua visão.

Portanto, caro varejista, ouça a história do varejo brasileiro, para que cada passo que você dê seja impulsionado pela paixão, pelo desejo de encantar seus clientes e pela busca incansável por inovação. Que você seja como o varejista destemido desta história, navegando pelos mares tumultuados do varejo brasileiro, sempre pronto para enfrentar os desafios de frente.

Dominar o Creative Commerce não é apenas uma tarefa, é uma aventura. Então, erga a âncora, varejista destemido, e embarque nessa jornada emocionante. Pois você, meu caro varejista, é o herói desta história.

Por: Bruno Busquet*
*Presidente da Associação Brasileira de Marketing no Varejo (Popai Brasil) e VP de consultoria Estratégica na Agência Global 3AW
Fonte: Mercado de Consumo

Feliz Dia dos Namorados


Foto: Kelly Sikkema/Unsplash

O Dia dos Namorados, também conhecido como “Valentine’s Day”, é uma data comemorativa na qual se celebra o amor e a união dos casais. Nesse dia, os namorados costumam trocar presentes, flores, chocolates e declarações de amor.

No Brasil, o Dia dos Namorados é celebrado em 12 de junho, mas em diversos outros países essa comemoração acontece no dia 14 de fevereiro, que é o Dia de São Valentim.

Origem do Dia dos Namorados no Brasil

A comemoração do Dia dos Namorados não era uma tradição no Brasil, a data começou a ser celebrada depois de uma campanha publicitária realizada em 1949.

Naquele ano, o publicitário João Dória, diretor da Agência Standard Propaganda, criou uma campanha comercial para a loja Clipper, que costumava ter baixo volume de vendas no mês de junho.

Um dos slogans utilizado para a campanha foi "Não é só de beijo que vive o amor."

O dia 12 foi escolhido por ser a véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

Nos anos seguintes, a data começou a se popularizar, outras empresas trabalharam em campanhas publicitárias voltadas para o Dia dos Namorados e a tradição se espalhou pelo país.

Hoje no Brasil o Dia dos Namorados é a terceira celebração de mais movimento no comércio, atrás apenas do dia das mães e do natal. Nesse dia os casais trocam presentes e costumam jantar em restaurantes.

História do Dia de São Valentim

Em muitos países do mundo, sobretudo na Europa e nos Estados Unidos, o Dia dos Namorados é celebrado no dia 14 de fevereiro, o Dia de São Valentim - um santo reconhecido pela Igreja Católica.

A origem exata dessa celebração não é comprovada, mas uma das lendas mais famosas conta que Valentim era um sacerdote em Roma em meados do século III, quando o Império Romano era governado por Cláudio II.

Cláudio II decide proibir a celebração de matrimônios, pois acreditava que se os homens ficassem solteiros, eles seriam soldados melhores, pois não teriam construído os laços de uma família.

O sacerdote Valentim não concordou com essa medida e, contrariando as ordens do imperador, celebrava os matrimônios de maneira escondida.

Carlos II toma conhecimento das celebrações que Valentim estava fazendo e manda encarcerá-lo. Anos mais tarde, em 270, o sacerdote é executado.

São Valentim tornou-se um santo e no ano de 494 o papa Gelásio I determinou que o dia 14 de fevereiro seria o Dia de São Valentim. Essa data foi celebrada durante séculos pela Igreja Católica, até o ano de 1969.

Apesar de não ser mais celebrado pela Igreja Católica, a comemoração do Dia dos Namorados se tornou uma tradição na sociedade e continua sendo uma data importante no calendário.

Como é celebrado com troca de presentes, passeios e jantares, o Dia dos Namorados também se tornou uma data muito importante para o comércio.

Fonte: Significados

Inflação e propósito estão mudando o comportamento dos consumidores

O levantamento mostra que os consumidores estão dispostos a substituir marcas conhecidas por similares


Foto: Renate Vanaga/Unsplash

A inflação está influenciando o comportamento dos consumidores, que estão propensos a negociar preços, solicitar descontos e avaliar as condições de pagamento. A substituição de marcas conhecidas por similares e mais acessíveis também faz parte das estratégias para driblar os impactos da economia atual.

As informações fazem parte da pesquisa KPMG Consumer Pulse Survey, realizada pela KPMG, que entrevistou mil pessoas dos Estados Unidos. O estudo busca compreender como os padrões de consumo estão mudando.

“O comportamento dos consumidores será moldado este ano por condições econômicas, especialmente a inflação”, afirma Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A pesquisa evidencia que as compras em supermercados estão em alta, com consumidores dispostos a gastar um acréscimo de 15% em 2023, sendo 75% dessas compras realizadas em lojas físicas. Comparar preços e visitar diversos estabelecimentos em busca das melhores ofertas é uma estratégia destacada por 36% dos entrevistados.

O estudo ressalta que a abordagem ESG teve um crescimento significativo, com mais de 35% dos consumidores declarando que a sustentabilidade ambiental é importante ao decidir onde comprar, enquanto um em cada três afirma que o compromisso social da empresa é essencial.

“A tendência de diminuir gastos não pode ser confundida com uma suspensão do consumo, pois viagens, eventos e serviços devem continuar em alta”, comenta Gambôa.

Meios de pagamento

O estudo também aponta que os clientes demonstram confiança nos pagamentos digitais realizados por meio do celular. Embora o uso de cartões ou dinheiro seja o preferido dos consumidores, cerca de 45% dos entrevistados afirmam que o pagamento pelo smartphone é a opção mais utilizada ao realizar compras.

Fonte: Mercado de Consumo